Comunicação enviada ao HGO, ARS Lisboa, DGS e Min. Saúde sobre os “fumódromos” à porta do Hospital de Almada

Exmo. Presidente do Conselho de Administração do HGO, Joaquim Ferro,
Exma. Directora Clínica do HGO, Ana Neves,
Exmo. Director-Geral da Saúde, Francisco George,
Exma. Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Rosa Matos,
Exmo. Sr. Ministro da Saúde, Adalberto Fernandes,
Na qualidade de utente do Hospital Garcia de Orta em Almada, venho por este meio expressar o meu profundo desagrado sobre uma situação que se perpetua nas 3 entradas principais do mesmo: o facto de terem sido transformadas em espaços de fumo oficiosamente autorizados (através da colocação de cinzeiros).
Nos 3 grandes acessos ao hospital: entrada principal, urgências e consultas externas, é impossível aceder ao edifício sem passar por uma cortina de fumo criada pelas dezenas de utentes, visitantes e funcionários que se concentram à porta a fumar.
Não me parece fazer sentido algum existir legislação que proíbe o acto de fumar dentro de edifícios hospitalares e ao mesmo tempo permitir que se faça o mesmo a 1 metro da porta.
Não sei qual é o cenário noutros hospitais, mas obviamente este meu reparo é extensível a todas as unidades em que o mesmo aconteça.
Os fumadores não são menos cidadãos, aliás eu próprio fui fumador durante muitos anos, não deve é o direito de fumar impor-se ao direito de ar limpo dos que não fumam, com especial importância em estruturas de cuidados de saúde.
Estou certo que V. Exas. tomarão as medidas necessárias para que este tipo de situações cesse com a maior urgência possível, sendo que a mais longo prazo seria aconselhável a criação de espaços para fumadores nestas grandes infra-estruturas hospitalares, desde que devidamente afastadas do edifício e das suas entradas.
Melhores cumprimentos,
Marco Almeida

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