Asshole

Category: Dia a dia | Data: 18 de Julho de 2018 às 18:56 | Seja o primeiro a comentar

noun Vulgar.

  1. anus.
  2. Slang.
    1. a stupid, mean, or contemptible person.
    2. the worst part of a place or thing.
    3. Donald Trump

Now that Donald Trump is the first result for “idiot” on Google Images, we should all aim for the next level: “asshole”.

I challenge you all, dear internet.

Asshole

Asshole

Sem papel nada feito! Qual papel? Ahhh, esse papel!

Category: Dia a dia | Data: 4 de Julho de 2018 às 09:05 | Seja o primeiro a comentar

No âmbito de uma especialidade em que sou seguido no Hospital Garcia de Orta, em Almada, tinha análises marcadas para 24 de Maio, dia em que houve greve dos enfermeiros, sendo que nunca fui contactado para remarcar estas mesmas análises, apesar da consulta em que as tinha de apresentar se realizar a 4 de Junho. Até aqui tudo (mais ou menos) bem.

Fiz a consulta sem ter o resultado das análises e a minha médica, pessoa que vive em 2018, disse para eu depois a avisar via email assim que tivesse as análises feitas que ela as consultaria em sistema.

Tratei então eu de remarcar para 27 de Junho, mas por atraso na chegada de um avião, no dia anterior à noite, chegado de uma viagem que tinha realizado, não consegui comparecer às 8 da manhã no hospital.

Hoje vim ao hospital com a minha mulher, para outros afazeres, e lembrei-me de tirar senha para resolver de vez esta situação.

Fui atendido por uma funcionária que me diz imediatamente e sem demoras: Sem papel nada feito!

Qual papel?

O papel que deveria ser completamente desnecessário quando pensamos que estamos em 2018 e que as análises foram pedidas e marcadas nesta mesma instituição.

O papel que eu já apresentei quando saí da consulta e tive de me dirigir ao piso 1 para marcar as análises pedidas uns pisos acima, uns minutos antes.

O papel que eu já apresentei quando tive de ser eu a deslocar-me ao hospital para fazer a remarcação que deveria ter sido feita pelos serviços, porque não, ninguém atende a porra do número de telefone que está escrito “no papel”.

O papel que não tem mais informação do que aquela que a funcionária está a ver no sistema no momento em que me está a atender.

O papel que legitima regras obsoletas, processos burocráticos completamente desnecessários e a falta de vontade de uma funcionária resolver o problema ao utente.

Ahhh, esse papel!

Pasta Caffé – Ristorante Italiano (só que não…)

Category: Dia a dia | Data: 29 de Junho de 2017 às 22:14 | Seja o primeiro a comentar

Hoje fomos às compras ao Almada Forum. Disse à Paula e ao Luís que me apetecia comer algo não muito caro, mas sem ser fast food. Concordaram.

Há bastante tempo que estava para experimentar o Pasta Caffé – Ristorante Italiano e pareceu-me uma boa oportunidade. É certo que tinha noção que, sendo um restaurante de centro comercial, não iria ter a verdadeira experiência de um restaurante italiano, mas a carta surpreendeu-me, nomeadamente no statement: “Pasta – Fresca, como deve ser“. O facto de todos os pratos estarem designados em italiano mostrava também algum cuidado.

Vamos lá experimentar isto, disse eu à família.

Spoiler: É tudo jajão!

Pedimos para entrada um “trio” de pães de alho com tomate, bacon e mozarella. Não estavam maus, mas tratava-se claramente de pão industrial congelado. Igual à Pizza Hut, vá.

Para pratos principais pedimos uma “Lasagna Classica” e um “Spaghetti alla Bolognese” a serem partilhados pelos três.

O “Spaghetti alla Bolognese” anunciava ser “segundo a receita original”, mas como eu sou um ignorante nestas coisas, e cá em casa o “tradicional” é refogado, carne e tomate, decidi perguntar o que levava esta receita. O simpático funcionário indicou-me que levava cenoura em cubos. Ora como eu sou esquisitinho do caralho™ com a comida, pedi que não usassem cenoura, ao que o funcionário me respondeu que ia verificar se era possível. Primeiro sinal de alarme: como assim “verificar se é possível”? Então mas não estamos a falar de comida fresca? Pois… não estamos. Veio a resposta: o molho já está feito. Bem, fazem mise en place (pensei eu). Venha lá isso, mesmo com cenoura.

Depois de 40 minutos à espera, chegam os dois pratos.

Tanto a massa da lasanha como o esparguete não são frescos. Longe disso. Massinha seca de pacote e já gozas. No momento optei por não reclamar. Bem, que se lixe. Vamos lá comer isto que também não é assim tão caro.

Afinal era caro. Bem caro. Caro demais para o que nos esperava.

O molho de bolonhesa (e seus cubos de cenoura com 1x1cm) era exactamente o mesmo no esparguete e na lasanha (ok, ambos são bolonhesa), mas igualmente mau em ambos os pratos. Parecia ter sido feito há uma semana. Não havia muito a fazer, fomos comendo até porque já tínhamos perdido bastante tempo à espera da comida (lembrem-se, não é fast food), na certeza porém de que iríamos fazer os devidos reparos no final da refeição.

Uma das funcionárias quando passa pela nossa mesa pergunta, simpática e profissionalmente, se estava tudo bem. Tive que responder que “mais ou menos”. Pedi a ementa para confirmar uma coisa. Eu próprio fiquei na dúvida se tinha lido “fresca, como deve ser” e se essa frase estava no topo da lista de pastas ou apenas em alguma pasta específica.

Está no topo da lista, logo a seguir ao título, em jeito de introdução a todas as pastas.

Indiquei à funcionária que aquilo era um erro, uma mentira, um engano para o cliente. Respondeu-me que existiam duas pastas efectivamente frescas, ao que respondi que então deveriam indicar nessas pastas específicas e não no topo da lista, ou correm o risco do cliente simplesmente mandar o prato para trás. Assunto arrumado, não há mais argumentos sobre este ponto: a massa é seca, de pacote!

Voltemos ao molho. Pedi para perguntar ao chef (sim, há um chef) há quanto tempo tinha sido feito o molho bolonhesa, já que parecia ter facilmente uma semana. A resposta foi “o molho já vem feito”. Como assim, “já vem feito?”, pergunto eu. “Já vem feito do nosso fornecedor”. Afinal a “pasta fresca, com deve ser” é seca e de pacote e o molho é de fábrica.

O molho nem sequer é feito numa cozinha. Vem de uma fábrica!

O que me choca não é a massa ser seca e o molho de fábrica. O que me choca é a mentira. O facto de se apresentarem como um restaurante italiano, com massa e ingredientes frescos, recusando o título de fast food, quando na verdade servem comida pior do que aquela que se compra congelada e de uma marca branca de um qualquer hipermercado.

De 0 a 10, o Pasta Caffé leva 1.
(Apenas porque os funcionários, apesar de parecerem ter formação zero, são simpáticos e profissionais.)

Comunicação enviada ao HGO, ARS Lisboa, DGS e Min. Saúde sobre os “fumódromos” à porta do Hospital de Almada

Category: Dia a dia | Data: 30 de Março de 2017 às 10:00 | Seja o primeiro a comentar
Exmo. Presidente do Conselho de Administração do HGO, Joaquim Ferro,
Exma. Directora Clínica do HGO, Ana Neves,
Exmo. Director-Geral da Saúde, Francisco George,
Exma. Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Rosa Matos,
Exmo. Sr. Ministro da Saúde, Adalberto Fernandes,
Na qualidade de utente do Hospital Garcia de Orta em Almada, venho por este meio expressar o meu profundo desagrado sobre uma situação que se perpetua nas 3 entradas principais do mesmo: o facto de terem sido transformadas em espaços de fumo oficiosamente autorizados (através da colocação de cinzeiros).
Nos 3 grandes acessos ao hospital: entrada principal, urgências e consultas externas, é impossível aceder ao edifício sem passar por uma cortina de fumo criada pelas dezenas de utentes, visitantes e funcionários que se concentram à porta a fumar.
Não me parece fazer sentido algum existir legislação que proíbe o acto de fumar dentro de edifícios hospitalares e ao mesmo tempo permitir que se faça o mesmo a 1 metro da porta.
Não sei qual é o cenário noutros hospitais, mas obviamente este meu reparo é extensível a todas as unidades em que o mesmo aconteça.
Os fumadores não são menos cidadãos, aliás eu próprio fui fumador durante muitos anos, não deve é o direito de fumar impor-se ao direito de ar limpo dos que não fumam, com especial importância em estruturas de cuidados de saúde.
Estou certo que V. Exas. tomarão as medidas necessárias para que este tipo de situações cesse com a maior urgência possível, sendo que a mais longo prazo seria aconselhável a criação de espaços para fumadores nestas grandes infra-estruturas hospitalares, desde que devidamente afastadas do edifício e das suas entradas.
Melhores cumprimentos,
Marco Almeida

WordCamp Europe 2017 em Paris – Vemo-nos por lá?

Category: Wordpress development | Data: 2 de Março de 2017 às 11:45 | Seja o primeiro a comentar